Estudante sofre queimadura de 3º grau após celular explodir na cintura em Ribeirão Preto

São Paulo

Jovem diz que aparelho estava entre a pele e o cós da calça, e pegou fogo enquanto ela assistia à aula. Samsung informou que realizará análise para determinar a causa do acidente. Estudante sofre queimaduras de 3º grau após celular explodir na cintura em Ribeirão Preto
Uma estudante de Ribeirão Preto (SP) diz que sofreu queimaduras de terceiro grau no abdômen e na virilha depois que o celular, que estava na cintura, explodiu. Ana Flávia Ferracini, de 18 anos, foi socorrida e passa bem, mas ainda se recupera dos ferimentos.
“Foi bem fundo, uma dor que eu não sei descrever. Vou tomar cuidado agora, estou até com trauma. Não sei se quero outro celular, porque fica passando várias vezes na minha cabeça, repetindo aquela cena”, diz.
Em nota, a Samsung informou que realizará uma análise completa para determinar a causa do ocorrido.
Ana Flávia Ferracini, de 18 anos, mostra celular que explodiu na cintura
Cláudio Oliveira/EPTV
Ana Flávia conta que o acidente aconteceu durante uma aula na escola onde cursa o ensino médio. O aparelho estava na cintura, preso entre a pele e o cós da calça. Segundo a estudante, ao sentir que a barriga estava queimando, viu que saía fumaça do celular.
“Comecei a fazer minha lição e do nada escutei um barulho, e senti uma queimação horrível na região da minha barriga. Na hora que eu vi, estava pegando fogo. Me queimou, só que nem sabia que era meu celular. Nunca vi nada parecido”, afirma.
A jovem foi socorrida pelos familiares e levada à Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE), onde foram constatadas queimaduras de segundo e terceiro grau. Após ser medicada e passar por exames, Ana Flávia foi liberada.
Estudante diz que celular explodiu, quando estava na cintura
Cláudio Oliveira/EPTV
Agora, a estudante precisa fazer curativos diariamente e conta com a ajuda da mãe, a enfermeira Maraisa Bernardino Ferracine. A jovem diz que o celular ficou completamente destruído. A calça jeans que ela usava, também foi queimada.
“Em novembro, vai fazer dois anos que eu comprei. Se tiver outro, vou tomar precaução, andar com ele na mão, prefiro ser roubada a acontecer isso de novo. Não é normal um celular explodir assim”, diz.
Em nota, a Samsung informou que realizará uma análise completa para determinar a causa exata do acidente.
“Gostaríamos de assegurar aos nossos consumidores que seguimos os mais rigorosos padrões de segurança e controle de qualidade para garantir a melhor experiência com nossos produtos e serviços”, diz o comunicado.
Ana Flávia mostra calçada queimada após celular explodir
Cláudio Oliveira/EPTV
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